Uma palavra, três letras, e um mundo inteiro em busca: Paz. Por ela são proclamadas guerras. Guerras de paz no mundo inteiro, buscada com sangue humano... Mas afinal, como conseguir a Paz? Só a consegue quem já se foi? Só existe no descanso eterno pregado pelos católicos?
No Oriente Médio Saddam Hussein incitou seu povo à Jihad em nome de Maomé. Quem pode com os homens-bomba? No coração carregam um só sentimento: também a Paz, na terra sagrada de Jerusalém. A recompensa? Uma vida de Paz após a morte, garantida pelo profeta.
Pela Paz lutamos de várias maneiras em todo o planeta. Conflitos na França pelos direitos dos cidadãos; Os latino-americanos se confrontaram pelo poder... A Paz viria pela mão das mulheres? Uma figura cada vez mais presente no comando das nações, elas também brandiam a bandeira branca.
A mesma bandeira impera no topo das ruínas, envolta na fumaça dos destroços, ao som agonizante dos que sofrem com o combate. Gente de bem, olhar triste de batalhadores... Homens e mulheres que rezam pela Paz seguindo o Alcorão, a Bíblia, ou outra tábua de ditames que os mostre o caminho.
Homem frio fora Saddam, milhares de covas abertas para os corpos que mandou executar. Nação sem coração é a americana, executando na forca o monstro Hussein. Uma criação que fugiu do controle, e, para a execução da pena, em nome da Paz, nada melhor que a corte Iraquiana, a qual esfregando-se a bandeira vê-se a tinta Azul e Vermelha do pavilhão norte Ocidental.
Em busca de Paz tingimos de outras cores fortes o planeta azul. Azul até quando? Lançamos no ar o cinza da destruição: Poluição. O Verde e o azul que pincelam o espelho d’água dos oceanos e mares já não é assim. Tem agora alto-relevo, criado pela vida destruída dos peixes e detritos.
Infeliz aquarela, cada vez menos da cor da Paz. Em pouco tempo poderemos ver a Terra vermelha? Não... Neste momento, não existirá mais vida capaz de documentar tal mudança. Solução? Sim... Os escritos futuros ainda podem dar conta de uma catástrofe revertida. Dirão: Enfim no mundo houve Paz!
Neste quadro de Picasso ainda inacabado, cores ainda podem ser acrescentadas... O verde das matas e o azul dos oceanos ainda pode ser mais intenso. O vermelho tem lugar nesta obra-prima: o coração das pessoas. Todas as cores sobre a bela tela branca, o branco eterno da Paz.
Paulo Sampaio
No Oriente Médio Saddam Hussein incitou seu povo à Jihad em nome de Maomé. Quem pode com os homens-bomba? No coração carregam um só sentimento: também a Paz, na terra sagrada de Jerusalém. A recompensa? Uma vida de Paz após a morte, garantida pelo profeta.
Pela Paz lutamos de várias maneiras em todo o planeta. Conflitos na França pelos direitos dos cidadãos; Os latino-americanos se confrontaram pelo poder... A Paz viria pela mão das mulheres? Uma figura cada vez mais presente no comando das nações, elas também brandiam a bandeira branca.
A mesma bandeira impera no topo das ruínas, envolta na fumaça dos destroços, ao som agonizante dos que sofrem com o combate. Gente de bem, olhar triste de batalhadores... Homens e mulheres que rezam pela Paz seguindo o Alcorão, a Bíblia, ou outra tábua de ditames que os mostre o caminho.
Homem frio fora Saddam, milhares de covas abertas para os corpos que mandou executar. Nação sem coração é a americana, executando na forca o monstro Hussein. Uma criação que fugiu do controle, e, para a execução da pena, em nome da Paz, nada melhor que a corte Iraquiana, a qual esfregando-se a bandeira vê-se a tinta Azul e Vermelha do pavilhão norte Ocidental.
Em busca de Paz tingimos de outras cores fortes o planeta azul. Azul até quando? Lançamos no ar o cinza da destruição: Poluição. O Verde e o azul que pincelam o espelho d’água dos oceanos e mares já não é assim. Tem agora alto-relevo, criado pela vida destruída dos peixes e detritos.
Infeliz aquarela, cada vez menos da cor da Paz. Em pouco tempo poderemos ver a Terra vermelha? Não... Neste momento, não existirá mais vida capaz de documentar tal mudança. Solução? Sim... Os escritos futuros ainda podem dar conta de uma catástrofe revertida. Dirão: Enfim no mundo houve Paz!
Neste quadro de Picasso ainda inacabado, cores ainda podem ser acrescentadas... O verde das matas e o azul dos oceanos ainda pode ser mais intenso. O vermelho tem lugar nesta obra-prima: o coração das pessoas. Todas as cores sobre a bela tela branca, o branco eterno da Paz.
Paulo Sampaio
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